São José é exemplo de fidelidade e entrega ao projeto de salvação, homem de fé, abandonado no mistério de Deus para se fazer um de nós. Fez parte do milagre inesperado, ao ver a mulher que tanto amava grávida, fica perplexo com tamanha graça, pois confiava nela, diante deste fato se mostrou o homem do silêncio. Santa Tereza D’Avila o descreve como “Mestre da vida interior”.

Os papas tem sido os maiores propagadores da devoção a São José. Papa Pio IX o coloca como Padroeiro da Igreja Universal, Leão XIII o aponta como Modelo paras as famílias cristãs, Bento XV em 1920 o invoca no pós-guerra, um difícil momento para a Igreja.

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Papa Pio XI o chama de Modelo para os trabalhadores, Pio XII em 1955 institui a “Festa de São José Operário”. São João XXIII o chama de celeste protetor do Concilio Vaticano II, São João Paulo II faz uma exortação apostólica dedicada à missão de São José na vida de Cristo e da Igreja em 1989, cujo nome “Redemptoris custos”.

João XXIII que o institui no canôn romano e foi o papa Bento XVI quem prepara a introdução do nome de São José no missal. Papa Francisco em maio de 2013, dá sequência, e passamos a ter o nome de São José nas outras três orações eucarísticas.

São José da mesma forma que educou o Cristo é confiado em nossa arquidiocese para educar os futuros propagadores da obra redentora nesta terra, é com honra que nosso seminário recebeu o nome deste grande santo, certo da missão de que na escola de José encontramos tamanha virtude como a castidade e a educação na masculinidade.

São José, patrono da Igreja Universal, rogai por nós.